Podemos dividir o mundo em cinco áreas de produção de vinho. A mais tradicional é a Europa, no Velho Mundo, que reúne seis países produtores: Alemanha, Espanha, França, Hungria, Itália e Portugal.
A partir da década de 1970, os Estados Unidos tomaram posição competitiva no mercado mundial de vinhos, o que para alguns estudiosos representou a inserção do Novo Mundo no mercado competitivo internacional. Desde então, os varietais ganharam espaço entre os consumidores, com destaque para as uvas cabernet sauvignon e Chardonnay. Varietais são vinhos que se compõem em grande parte ou em sua totalidade de um único tipo de uva. Vinhos europeus são tradicionalmente de corte, ou seja, mistura de vários tipos de uva. No Novo Mundo inserem-se os continentes da América do Sul, África e Oceania. Na América do Sul destacam-se Argentina, Brasil, Chile, Uruguai, países mais conhecidos por sua produção, mas também Paraguai, Peru, Venezuela e Bolívia. Compõem ainda este time a África do Sul, a Austrália e a Nova Zelândia. As principais regiões produtoras no mundo são:              
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